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Santiago, RS, Brazil
Sou Viviane Perufo Carloto. Tenho curso superior em Letras, Língua Inglesa e Respectivas Literaturas e Pós-Graduação em Informática na Educação. Desenvolvo trabalho na Supervisão Escolar e coordeno o Projeto Tribo LucasGeo e o grupo de teatro Os Teatreiros.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Miséria Humana



Ó miséria humana
Que te alimentas do ódio
És dor que racha o peito
Daquele que mergulha no lodo
Para salvar o irmão do ópio.

Ó miséria humana
Que te alimentas do terror
És dor que despedaça a alma
Daquele que procura
A Luz, o Caminho e o Amor.

Ó miséria humana
Que te alimentas da ignorância
És dor profunda
Daquele que já transpôs
Os meandros da ilusão
E se transfigurou
Numa Luz em abundância.

Ó miséria humana
Que te alimentas da separação
Não existe uma razão
Para que tu me faças sofrer,
Pois o tu e o eu não existe
Só o Uno consiste
Para lá do ter.

Ó miséria humana...
Espero que um dia
Possas vir morrer á fome.

Jorge Moreira – Dezembro 2005

Fonte: http://jorgemoreirashakti.blogspot.com/2005/12/misria-humana.html

Ilha das Flores


Encontro marcado com a miséria



A miséria é o tópico central do premiadíssimo trabalho do diretor Jorge Furtado. A utilização de um título que contradiz a trama desenvolvida ao longo dos 13 minutos de duração do curta-metragem foi uma das ótimas idéias apresentadas nesse trabalho. Mas não é a única.

A exposição didática das idéias, de forma encadeada, amarrada as informações, na medida em que elas aparecem na narração sólida e segura do ator Paulo José, constituem o eixo em torno do qual acabam gravitando os espectadores.

O ritmo alucinado utilizado para que fiquemos sabendo sobre os tomates do Sr. Suzuki, o perfume de dona Anete, o surgimento do dinheiro e as peculiaridades dos seres humanos (o polegar opositor e o tele-encéfalo altamente desenvolvido), nos dá pouco tempo para refletir sobre toda a informação e exige que acabemos assistindo ao vídeo duas ou até mesmo, três vezes.

Outra característica marcante do curta-metragem Ilha das Flores é a profusão de imagens. É como se tudo fosse uma verdadeira colagem feita pelo diretor e pelos editores do filme. As imagens se sucedem na medida da necessidade de explicação de um conceito apresentado no texto. Chega a ser um tanto quanto enlouquecedor e, nesse aspecto, reside um dos fatores que torna o filme imperdível, todos (inclusive e, especialmente, os alunos) prestam atenção o tempo todo.

O fato de ser um curta-metragem é outro aspecto particularmente interessante para os educadores. Pode ser encaixado facilmente no tempo de uma aula e não permite que os alunos possam sequer esboçar um bocejo.

O mais importante, porém é que "Ilha das Flores" coloca em pauta a discussão acerca da pobreza, da fome e da exclusão social. Levando-se em conta que foi produzido em 1989, dá para perceber que as coisas não mudaram muito entre o Brasil daquela época e o de hoje...


A História



O Sr. Suzuki, japonês, plantador de tomates, atuando na região de Porto Alegre, despacha seus produtos através de uma Kombi para os supermercados da região metropolitana da capital gaúcha.

Dona Anete, brasileira, vendedora de perfumes, percorre a cidade em busca de pessoas interessadas em adquirir suas mercadorias. Das vendas auferidas e, retirando-se os custos para a aquisição do produto, surge o lucro. Com o lucro, Dona Anete vai a um supermercado de Porto Alegre e compra tomates e carne de porco.

A carne de porco e os tomates são os ingredientes principais na refeição que está sendo preparada por Dona Anete para sua família. Entre os tomates comprados por Dona Anete havia um considerado impróprio para o consumo humano (de acordo com o parecer da personagem). Esse produto deteriorado foi atirado no lixo.

Como acontece todos os dias em várias grandes cidades do Brasil e do mundo, o lixo foi recolhido e enviado para depósitos, localizados a margem das metrópoles. O que é identificado como lixo orgânico é separado e utilizado como alimento para os porcos de um dos criadores estabelecidos num dos lixões de Porto Alegre, ironicamente chamado de "Ilha das Flores".

O problema é que, depois da coleta seletiva, que indicou o que poderia ser aproveitado pelos suínos, outros seres humanos (que como os anteriores também são dotados de tele-encéfalo superior e polegar opositor) passam a disputar as sobras do lixão de Ilha das Flores...

Fonte: http://planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=59

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dia da Solidariedade


Dia 15/05, sábado, comemoramos o Dia da Solidariedade na Escola. As alunas da 8ª série Ana Carolina, Andressa, Caroline e Vanessa tiveram uma ideia solidária: fazer uma campanha de arrecadação de roupas, calçados, alimentos não perecíveis, brinquedos e materiais escolares com toda a comunidade escolar.
Elas trabalharam incentivando a turma na divulgação, organização e distribuição dos materiais angariados.
Tanto se discute CIDADANIA e VALORES na escola. É neste momento que constatamos o que realmente o nosso aluno aprende dentro de uma sala de aula: respeito, amor, cooperação, trabalho em equipe, solidariedade.... é com estas atitudes e outras que percebemos o tipo de cidadão que estão saindo das escolas para conviver com seu próximo.
Parabéns pela consciente iniciativa!!!!

domingo, 16 de maio de 2010

Chá das Mães!!!


Dia 07/05, realizamos o chá das mães para homenageá-las.
Os filhos organizaram esta atividade juntamente com apoio de professores e da equipe diretiva.
Ás 8h15min, as mães foram recepcionadas nas salas em que seus filhos estudam.
Antes de servir o chá, os filhos realizaram diversas apresentações: mensagens, tocaram músicas, entregaram flores, cartões entre outras.
A 8ª série não foi diferente. As mães foram recepcionadas com uma mesa farta, apresentação de violão pelo aluno Éric e entrega de rosas. Foi um momento de muita alegria e emoção.
Estes momentos foram registrados!!! Como não!!!