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Santiago, RS, Brazil
Sou Viviane Perufo Carloto. Tenho curso superior em Letras, Língua Inglesa e Respectivas Literaturas e Pós-Graduação em Informática na Educação. Desenvolvo trabalho na Supervisão Escolar e coordeno o Projeto Tribo LucasGeo e o grupo de teatro Os Teatreiros.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


Se nós estivéssemos preparando um bolo de aniversário para a nossa pátria, seria muito difícil escolher uma gravura para servir como papel de confeito. Escolheríamos uma paisagem amazônica? Quem sabe as dumas de Natal, ou as praias do nordeste? Seria o Cristo Redentor abençoando a cidade maravilhosa? Ou uma gravura dos pampas, ou das lagoas de Bonito?

Poderíamos também escolher uma fotografia do seu povo bem humorado, brejeiro – algo que mostrasse bem a alma brasileira!

Sobre a alma brasileira nos fala nosso pároco, padre Vanderlei:

- Um povo lutador, marcado pela história muitas vezes de negação de suas origens, mas conservando, no recôndito dos lares, a verdadeira imagem e semelhança de Deus que somos. Amigo, alegre, festeiros, cultivadores das boas relações e bons momentos. A alma brasileira é a alma da terra, tem cheiro do mato, a doçura das flores e o entoar harmônico das cachoeiras.

Alma brasileira, alma Brasil. Ânimo que Deus nos deu!

Entretanto, a par dessas imagens maravilhosas, nos deparamos com notícias muitos tristes.

- São os pobres, os famintos e principalmente os sem voz – acrescenta Maria Vilma Furtado.

Será, então, que podemos comemorar realmente a independência do Brasil?

- Não! A independência do Brasil só acontecerá quando todos formos verdadeiramente livres. Quando nosso povo procurar entender um pouco mais de política, quando houver comida na mesa do povo , saúde para todos, educação para as nossas crianças; quando os negros viverem livres de preconceitos . Aí sim, podemos dizer que proclamamos a nossa Independência – é o que nos diz Ana Regina Dorneles.

- Enquanto as pessoas que representam o povo só pensarem em si mesmo, com diz o Gerson “gostar de levar vantagem”, não teremos um pais independente, continuaremos com pobres, com os analfabetos, com os necessitados de habitação, de educação, de saúde, de segurança e de justiça – é a opinião da Ângela Maria Cardoso Vieira.

Nair Pimenta gostaria de ouvir uma “notícia-presente” para nossa querida pátria:

- Erradicada a fome e a miséria no Brasil!

Texto : Ana Maria Galheigo